O que é teníase e quais os sintomas da infecção por esse parasita intestinal (Parte 1)

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Produtos que têm álcool isopropílico: xampus, cosméticos, açúcar branco, café descafeinado, refrigerantes… cria uma situação no fígado que permite a entrada da Fascíola Hepática.

A fasciolíase, também chamada de fasciolíase, é uma doença causada pelo parasita Fascíola hepática e, certas vezes, pela Fascíola gigântica. Para completar seu ciclo biológico, a F. hepática necessita de um hospedeiro intermediário. TRATAMENTO NO HOMEM Resumo A fasciolíase é uma parasitose que infesta os animais herbívoros e ocasiona infecção humana após ingestão de água ou plantas contaminadas. Como o fígado tem reserva funcional muito grande, a maior parte das pessoas desenvolve hepatites crônicas assintomatica e evoluir para os quadros de cirrose hepática. A cirrose hepática é uma doença lentamente progressiva em que o tecido do fígado é substituído por tecido cicatricial (fibrose) que provoca uma redução da função do fígado. A cirrose biliar primária (ou primitiva) é uma doença em que os ductos biliares do fígado são destruídos lentamente. Na cirrose biliar primária os ductos biliares são danificados e as substâncias nocivas podem se acumular no fígado, a conseqüência é a formação de tecido cicatricial no fígado. O consumo excessivo e crônico de álcool é a causa mais comum de cirrose hepática. A hepatite crônica C é uma causa comum de cirrose hepática, mesmo a hepatite B pode causar a cirrose, nesse caso existem nódulos maiores em comparação com a cirrose alcoólica.

O que é teníase e quais os sintomas da infecção por esse parasita intestinal

  • Interior da vesícula e canais biliares mais calibrosos.
  • Homem, que não é seu hospedeiro habitual, pode ser encontrada nas vias biliares, nos alvéolos pulmonares e esporadicamente em outros locais.

A cirrose hepática não pode ser transmitida através de relações sexuais, mas a hepatite B e C são doenças sexualmente transmissíveis.

A esteatose hepática não-alcoólica (NASH) é uma doença caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado. A esteatose hepática geralmente não causa dor ou náusea. A esteatose hepática crônica pode provocar a esteatohepatite não-alcoólica que é uma inflamação do fígado com a formação de tecido cicatricial. Com o tempo a esteatohepatite pode provocar à cirrose hepática. As pessoas com a esteatose hepática têm um risco maior de danificar o fígado se elas têm a hepatite C. Cirrose criptogénica Entre as doenças auto-imunes que podem causar a cirrose hepática existem a hepatite autoimune e a colangite esclerosante primária (inflamação e fibrose dos ductos biliares). Sintomas da cirrose hepática Os sintomas podem não aparecer até o aparecimento das complicações da cirrose. Com o tempo, a encefalopatia hepática pode progredir e causar apatia ou coma. Produtos que têm álcool isopropil: xampus, cosméticos, açúcar branco, café descafeinado, refrigerantes… cria uma situação no fígado que permite a entrada da Fascíola Hepática.

Imagem com o ciclo de vida da malária

  • ducto císticopode passar posteriormente ao ducto hepático comum, antes de unir-se a ele pela esquerda.
  • o ducto cístico pode unir-se ao ducto hepático direito ou a um ducto segmentar direito.

Os ovos produzidos pelo parasita nos dutos biliares acumulam-se na vesícula biliar e através do ducto colédoco passam para os intestinos delgado e grosso.

O ser humano pode se infectar por meio da ingestão de água e verduras contendo a forma infectante do parasita (metacercárias). O ciclo de vida de Fasciolopsis buski começa, quando, ovos embrionado imaturos são liberados no intestino e fezes de um humano infectado. Se um ser humano (ou um porco) ingere água ou vegetação em bruto contaminado com os cistos, o excyst metacercárias no intestino delgado e anexar à parede intestinal. As causas do câncer das vias biliares podem ser pedra na vesícula biliar, tabaco, inflamação das vias biliares, obesidade, exposição a substâncias tóxicas e infecção por parasitas. Neste artigo do PeritoAnimal damos-lhe algumas dicas para analisar a causa da hepatite em gatos assim como os sintomas e o tratamento da doença. É um sintoma mais específico na doença hepática e consiste na acumulação de bilirrubina (pigmento de cor amarela) nos tecidos. Depois da ingestão, as metacercárias desenquistam no duodeno, penetram a mucosa intestinal e vão pela cavidade peritoneal até ao parênquima hepático e aos canalículos biliares, no quais maturam até adultos. Outra solução da Merial é Dovenix® Supra, antiparasitário para o tratamento e controle das formas adultas e imaturas da Fascíola hepática e Fascíola gigântica em bovinos, ovinos e caprinos. Ciclo de vida (exemplo: Schistosoma Mansoni) Os trematódeos adultos (fêmeas) produzem ovos que são colocados no hospedeiro definitivo (homem).

Intolerância à lactose pode ser causada por um parasita intestinal comum

  • omento,
  • duodeno,
  • fígado,
  • flexura hepática do cólon

  • Fascíola hepática: parasita que vive no fígado de carneiros.

O breve resumo de seu ciclo citado a seguir pode auxiliar o criador a identificar e combater os focos de contaminação do parasito. 3  3 – A hepatite é uma doença hepática aguda ou crônica; assim a detecção de anticorpos antiHCV pode indicar uma infecção atual ou anterior. (UFJF) A esquistossomose intestinal é uma doença parasitária causada pelo Schistosoma mansoni (Platyhelminthes, Trematoda, Digenea), também conhecida como “xistose” ou “barriga-d’água”. 12- Observe a figura: No ciclo evolutivo da Taenia solium, as setas com a linha contínua estão corretas e uma das setas com linha tracejada está errada. Com base no ciclo evolutivo da Taenia solium, responda: a) Qual é o seu hospedeiro definitivo? 27- Descreva os ciclos biológicos do Hymenolepis nana: Ciclo evolutivo: Hospedeiro intermediário: Transmissão: Eliminação: Hospedeiro definitivo 40- Somente um dos cestódeos e trematódeos abaixo causa uma infecção no ser humano que não é diagnosticada pelo encontro de ovos nas suas fezes. É mais grave nos animais, onde a migração simultânea de grande quantidade de formas imaturas pelo fígado causa uma hepatite traumática e hemorragias. 58-Na cisticercose, o homem pode fazer o papel de hospedeiro intermediário no ciclo evolutivo da Taenia solium (tênia).

Verme parasita encontrado na carne de porco pode dar origem a neurocisticercose, a mais comum das parasitoses no cérebro.

71- Considerando o seguinte ciclo evolutivo: o ser humano ingere alimento contaminado com larva do parasita que será digerido no intestino delgado, ocorrendo fixação na mucosa.

Em contato com a água, os ovos rompem-se, libertando miracídios, que são ingeridos por caramujos, onde se transformam em cercarias, que contaminam a água que pode ser ingerida pelo homem. Existem várias condições que predispõem para o carcinoma hepatocelular: Hepatite B - O vírus da hepatite B produz uma infecção crónica do fígado, que pode evoluir para uma cirrose hepática. Cerca de 3 a 4 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite C. Destas, 5 a 30% desenvolvem doença crónica do fígado e 30% progridem para cirrose. Em doentes com cirrose hepática e carcinoma hepatocelular localizado ao fígado, o tratamento definitivo consiste no transplante do fígado, o que, teoricamente, permite curar o cancro e a cirrose. Esquitossomos e a Esquistossomose / barriga d’água Infecção causada por verme parasita da classe Trematoda. Observe na figura abaixo o ciclo de vida da esquistossomose A cisticercose é uma das verminoses mais perigosas que o ser humano pode desenvolver. Introdução Fasciola hepática (Lineu,1758);Parasito de canais biliares: ovinos, caprinos,bovinos, suínos e mamíferos silvestres; Distribuição mundial (áreas alagadas); 3 Patogenia Lesões por formas adultas:Os espinhos do verme provocam ulcerações e irritações nos ductos biliares; Essas lesões levam a uma diminuição do fluxo biliar, podendo provocar cirrose insuficiência hepática. A Fascíola hepática é um parasita do filo Platelmintes, da classe Trematoda, sub-classe Digenea e família Fasciolidae, responsável pela fasciolose1.

CICLO EVOLUTIVO DO MOSQUITO ANOPHELES

adultos podem invador o fígado e causar focos necróticos (cirrose hepática).

As principais causas são o consumo excessivo de álcool, hepatite viral B e C, e doença hepática gordurosa – no entanto, existem muitas causas possíveis. Cirrose é uma doença progressiva, que se desenvolve lentamente ao longo de muitos anos, até que eventualmente pode parar a função hepática (insuficiência hepática). As causas comuns da cirrose são o abuso do álcool a longo prazo, infecção por hepatite B e C e doença hepática gordurosa. Aproximadamente 10% dos “bebedores” ​subsequentemente desenvolverão cirrose – o terceiro estágio da doença hepática alcoólica. A hepatite C, uma infecção transmitida pelo sangue, pode danificar o fígado e, eventualmente, levar à cirrose. Há trombose (coágulos de sangue) na veia hepática, o vaso sanguíneo que transporta sangue do fígado, levando ao aumento do fígado e ao desenvolvimento de vasos colaterais. Pontuação Child-Pugh Também conhecido como o escore Child-Turcotte-Pugh, avalia o prognóstico (perspectiva) de doença hepática crônica, principalmente cirrose. Transplante hepático – se a cirrose é avançada e há insuficiência hepática (fígado não funciona), o paciente pode precisar de um transplante de fígado. Hepatite B e C Like Loading… A fibrose hepática é o resultado de uma resposta cicatricial do fígado a agressões repetidas.

CICLO EVOLUTIVO DA DOENÇA

Esta pode evoluir para insuficiência hepática sendo frequentemente necessário realizar um transplante do fígado.

Por outro lado, a cirrose hepática aumenta de modo significativo o risco de cancro do fígado. Como regra, todas as doenças crónicas do fígado podem causar fibrose hepática. Com o aumento na taxa de obesidade, o fígado gordo não alcoólico tem-se tornado uma importante causa de fibrose hepática. Nas fases mais avançadas pode surgir insuficiência hepática que, nos casos mais graves, pode ser fatal. O risco de desenvolvimento de cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1 a 4% por ano. A protecção do fígado é importante para evitar doenças que o possam agredir e desencadear o processo de fibrose hepática. Ela pode ocorrer por causa de vírus (sobretudo a hepatite B e C), mas também por causa de medicamentos. A evolução da hepatite depende do estado inicial do fígado, antes da infecção hepática, assim como a causa. “A fascíola hepática não pode ter sido endêmica nessa região seca”, disse um comunicado da Universidade de Cambridge, cujos pesquisadores participaram do estudo.

Fasciolose hepática, um mal que pode causar muitos prejuízos aos rebanhos de bovinos e ovinos

PATOLOGIA infecção inicial no fígado  com formação lesões necróticas e fibrosas ; hipertrofia dos canalículos biliares com necrose dos lóbulos hepáticos; distensão da cápsula hepática; Inflamação cólon;; cirrose biliares; 13

Mais tarde alcançam a vesícula biliar, onde atingem a maturidade, eliminando ovos e fechando o ciclo. PATOLOGIA Eosinofilia, lesões crônicas, hipertrofia dos canais biliares, necrose do canal hepático, infiltração bacteriana, insuficiência biliar e hepática, podendo levar a cirrose hepática. Essa doença é causada por um verme Platelminto – Schistossoma mansoni – que durante seu ciclo de vida possui o homem como Hospedeiro Definitivo e o caramujo como hospedeiro intermediário. O Ciclo da Doença – Esquistossomose I) O verme adulto vive nos vasos do sistema porta-hepatico, um conjunto de veias que atravessam o figado. Sintomas, Profilaxia e Tratamentos da Esquistossomose O quadro clinico mais comum consiste de febre, anorexia, diarreias, dores abdominais e hepatoesplenomegalia (aumento do figado e baço). Em casos mais graves ocorrem hipertensão portal, que provoca severa insuficiência hepática, capaz de causar a morte no hospedeiro. Os sintomas mais agudos surgem quando os vermes amadurecem no organismo humano, após quatro a seis semanas da infecção. FASCÍOLAS as baratinhas do fígado Existem várias fascíolas: a hepática humana, a intestinal humana, a hepática ovina, a pancreática bovina, a hepática do gato, mas todas elas parasitam humanos. A fascíola hepática apodrece o fígado de ovelhas, animais domésticos e humanos.

Quais as causas da Cirrose Hepática?

Esta barreira mucosa pode ser muito importante na proteção do epitélio da vesícula biliar do intenso efeito detergente dos sais biliares, altamente concentrados no interior da vesícula biliar.

A bile no interior da vesícula biliar ou dos ductos biliares, na ausência de cálculos ou de quaisquer outras doenças do trato biliar, é normalmente estéril. TC é menos sensível do que o ultrasom na detecção de cálculos biliares; no entanto, possui maior acurácia na identificação do sítio e causa da obstrução biliar extrahepática. A colecistocintigrafia fornece uma avaliação não-invasiva do figado, da vesícula biliar, colédoco e duodeno, com informações anatómicas e funcionais. A captação retardada do traçador pelo fígado indica doença hepática parenquimatosa. Nos casos mais graves (5% a 18%), este processo pode promover isquemia e necrose da parede da vesícula biliar. A isquemia visceral é também um denominador comum nos pacientes com colecistite aguda acalculosa e pode explicar a alta incidência de gangrena da vesícula biliar. Na maioria dos pacientes (>90%), cálculos biliares são os fatores causais e promovem episódios recorrentes de obstrução do ducto cístico, manifestados sob a forma de dor ou cólica biliar. COLEDOCOLITIASE Reperes de classificação: CALCULOS SECUNDARIOS A maioria dos cálculos biliares coledocianos forma-se inicialmente na vesícula biliar e migram através do ducto cístico para o interior do colédoco. ILEO BILIAR: 25% dos casos de obstrução intestinal nos pacientes idosos que não foram submetidos a operações abdominais prévias e que não possuam hérnias.

Icterícia e inchaço abdominal são alguns sinais e alerta para formas graves de doença hepática

Pacientes com um íleo biliar apresentam sinais e sintomas de obstrução intestinal - náuseas, vómitos e dor abdominal.

A dor pode ser episódica e recorrente à medida que o cálculo biliar temporariamente impactado na luz intestinal desloque-se e mova-se distalmente (obstrução em cambalhota). Em pacientes com obstrução biliar de longa data e atrofia segmentar ou cirrose, pode ser necessária uma ressecção hepática parcial. Os cálculos biliares são a causa mais comum de obstrução das vias biliares. A colangite esclerosante primária é mais comum nos homens e em 75% das vezes é observada em pessoas com uma doença inflamatória intestinal (colite ulcerosa ou doença de Crohn). Outras análises de sangue podem sugerir uma inflamação ou uma cirrose hepática. Os sintomas da cirrose biliar primária e da colangite esclerosante primária podem agravar-se progressivamente e conduzir à cirrose e à insuficiência hepática ao fim de vários anos de doença. Quando se desenvolve uma insuficiência hepática, um transplante de fígado pode melhorar a sobrevivência. Prevenção Se a pessoa tiver litíase biliar pode prevenir uma obstrução das vias biliares e uma infecção grave (uma colangite ascendente ou uma colecistite) se for submetida a uma colecistectomia. Determinadas infecções parasitárias (Clonorchis sinensis e Opisthorchis viverrini, também conhecida por fascíola hepática chinesa) podem aumentar o risco de infecções e de cancro das vias biliares.

O sintoma mais incómodo na doença crónica das vias biliares, o prurido, pode ser reduzido com medicamentos ― colestiramina ― que evitam a absorção de substâncias irritantes no intestino.

Informação adicional Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Direcção Geral de Saúde Alto Comissariado da Saúde Gostar A carregar… A cirrose hepática é uma doença que conduz à destruição do fígado. É também chamada de doença hepática crónica e caracteriza-se pela morte das células do fígado, aparecimento de cicatrizes (fibrose) e alteração da sua estrutura. Em Portugal, morrem cerca de 2.000 pessoas todos os anos por cirrose hepática e calcula-se que cerca de 8 a 10% dos portugueses tenham problemas do fígado. Na fase de descompensação, ocorrem diversos sinais e sintomas como: O risco de desenvolvimento de cancro do fígado na cirrose hepática é de cerca de 1 a 4% por ano. Existe outro exame mais recente, semelhante à ecografia, chamado elastografia hepática, que pode ser muito útil no diagnóstico da cirrose, dispensando, nalguns casos, a biópsia. Os ovos produzidos pelo parasita são transportados primeiramente para o lúmen intestinal com a bílis e depois para o exterior com as fezes (Bowman, 2009). Entre as doenças que acometem o fígado, as mais comuns são: esteatose hepática, hepatites por vírus (A, B, C, D, E), doença hepática alcoólica, esquistossomose, hepatite autoimune e hepatite medicamentosa. A esteatose hepática é um acúmulo de gordura no fígado, geralmente causada por um distúrbio metabólico associado à obesidade, diabetes, elevação dos níveis de colesterol ou triglicérides. A doença hepática alcoólica pode causar sintomas como dor abdominal, icterícia e náuseas. A cirrose biliar primária acomete as vias biliares dentro do fígado e se caracteriza por causar intenso prurido no corpo, com outros sintomas somente em fases avançadas da doença. O paciente com doença hepática pode apresentar equimoses (manchas roxas na pele) e sangramentos após pequenos traumas, pela deficiência de fatores de coagulação que são produzidos pelo fígado. A cisticercose é uma doença adquirida pelo homem através da ingestão dos ovos da Taenia solium (nesse caso, o homem será o hospedeiro intermediário) ou por auto-infestação.